Férias no Brasil 8 – O Retorno

Voltamos antecipadamente até Balneário Camboriú, onde estava nossa mala, e onde ainda queríamos fazer algumas compras. Meus pais muito amavelmente providenciaram grandes quantidades de Paçoquinha, Sonho de Valsa, Pipocas, e muitos outros presentes, que faríamos de tudo para conseguir por nas malas!

Em Bal. Camboriú, mais algumas fotos para recordar, e um mergulho no mar, agora já com água mais límpida, mas com o clima sem ser muito cooperante.

Na manhã da viagem, arranjei um táxi até Navegantes, almoçamos qualquer coisa lá pelo aeroporto. É um aeroporto minúsculo, mas até tem um relógio com o meu nome… é chato ter um nome tão comum! São Paulo… lá vamos nós.

Em São Paulo, desta vez foi simples e rápido. Deu para passear pelo aeroporto, e comprar alguns livros, mais uma vez a preços muito convidativos. Siga para o Rio de Janeiro!

No Rio de Janeiro, troca de aeroporto (Santos Dumont –> Galeão), desta vez de dia, dava para ver a paisagem (nomeadamente favelas !). Já no Rio, mais uma confusão e stress para chatear… podemos levar duas malas com 23kg cada um, ou seja, 92kg, mas, uma mala com 32kg não… tivemos de pagar excesso de bagagem. O mais hilariante é quando pedimos para registar uma reclamação por escrito na TAP, e o que me dão é uma folha em branco e um envelope! Enfim… passou… com a confusão não deu foi tempo para almoçar.

O avião tinha muitos lugares vagos, mas as poltronas centrais foram logo ocupadas por pessoas a dormir sobre as 3 poltronas. Depois de jantar ainda procurei outro lugar onde pude me esticar melhor, e consegui dormir um pouco…

Lisboa… cá estamos nós novamente. Os grandes Nuno e Carlinha à nossa espera, com tratamento acima de VIP. Ir para casa, algumas comprinhas relacionadas com alimentação, tentar descansar, porque amanhã é segunda-feira… início de uma loooonga semana de trabalho.

Em resumo… foi excelente ! Até… a próxima… para o ano (?)

Férias no Brasil 7 – Curitiba

Para tratar de documentação no Consulado de Portugal no Brasil, tivemos de nos deslocar a Curitiba. A viagem foi tranquila, a menos por um desvio por estradas de terra desconhecida que fizemos devido a um acidente que estava a criar uma fila enorme… mas foi mais uma aventura interessante. Nas estradas, mesmo já tendo passado mais de 15 dias das chuvas torrenciais, ainda se viam muitos dos seus efeitos.

Curitiba, a capital do estado do Paraná, é uma cidade já com quase 2 milhões de habitantes, entretanto bastante moderna, organizada e ecológica, com muitos pontos de interesse turístico. Não tive grandes dificuldades para me orientar lá no centro… parecia que conhecia aquilo melhor do que a “gaja” do GPS, mas isto porque parece que o centro não se alterou muito depois de lá ter morado.

Tivemos de passar lá a noite, dado que o para ser atendido no consulado, temos de estar à porta às 6h da manhã, para pegar uma senha, e depois ser atendido a partir das 9, onde nos é dada outra senha, por ordem da primeira, e ficamos novamente à espera para ser atendidos… bem… funcionalismo público no seu melhor… parece ser igual em todos os países… pelo menos os latinos. Ficamos no Hotel Centro Europeu Tourist, na praça Osório, que nos pareceu bastante bom, e o que nos agradou especialmente é que foi o primeiro hotel onde ficamos onde o preço incluía além do Café da Manhã (Pequeno Almoço), o Café da Noite, com buffet de lanches quentes e frios… fantástico… economizamos um jantar !

Depois de tudo tratado e nada resolvido (!), tivemos algum tempinho para umas pequenas compras, especialmente calçados, a preços muito interessantes (comparados com Portugal), e um pequeno passeio pelo Jardim Botânico. Ficou o “compromisso” de lá voltar, com mais tempo, para a Paula conhecer melhor.

Férias no Brasil 6 – Rio do Sul

Finalmente, depois de anos demais, e mais algumas horas de viagem, por estradas onde se viam ainda bem demais os efeitos das enchentes, consegui finalmente abraçar meus pais.

Rio do Sul é uma cidade pequena e pacata, apesar de também já ter crescido e mudado muito do que eu conhecia. Entretanto, o tempo foi mais passado em casa dos meus pais, a usufruir da companhia deles, e a ver as muitas flores que minha mãe tem no jardim:

… e a brincar com seus muitos cães (não estão todos na imagem!):

Mais uma vez, comemos muito bem, além da comidinha da mamã, muito boa carne em boas “churrascarias” da zona. Mais algumas comidas a matar saudades:

  • Matambre (carne)
  • Coxão Mole (carne muito macia, também conhecida acidentalmente por “cama mole” :-) )
  • Cana de açúcar
  • Chimarrão (bebida tipo chá)
  • Rosquinhas de polvilho
  • Linguiças (sequinhas e com poucos temperos e gorduras… muito melhores do que as que temos cá)
  • Morcilha (uma espécie de “morcela”)
  • Pamonha (milho verde [maçaroca] moído, e cozido na própria casca… pode ser doce ou salgada)
  • Casquinha de siri (casca de sapateira com recheio, e frita)
  • Chuchu (verdura)
  • Sagu de vinho com molho de baunilha (sobremesa)
  • Caldo de Cana

Já se pode ver que voltaremos mais gordos !

Férias no Brasil 5 – Balneário Camboriú

Balneário Camboriú seria apenas mais uma etapa da nossa viagem, uns meros 10km em linha recta, mas, como meus pais têm ali uma casa de praia, pelo menos não estaríamos a pagar hotel até conseguirmos ir ter com eles, o que ainda era impossível, e não havia previsões.

Devido a alguns acontecimentos desagradáveis do passado, que não vale a pena comentar, tivemos que chamar um chaveiro para abrir a porta, e trocar a fechadura. Depois, saímos às compras, pois precisávamos lençóis e alguns utensílios essenciais. Os dias seguintes foram assim, grandes caminhadas, de reconhecimento, e compra. O clima variava entre sol e chuva, várias vezes no mesmo dia, por isso, só houve uma manhã que estivemos umas horinhas na praia. A água estava muito suja devido às cheias, e trazia muito lixo para a areia, que era recolhido diariamente.

Esta é uma cidade grande, muito bonita, e que tem evoluído muito, portanto, notei muitas diferenças desde a minha última visita.

A Paula gostou muito, muitas lojinhas, de tudo, e com muito bons preços. Nos grandes supermercados que lá visitamos, comprei muitas coisas de que já tinha saudades de comer, e a maioria que a Paula nunca tinha comido, e, regra geral, gostou. Por exemplo:

  • Sonho de Valsa (bombom de chocolate)
  • Diamante Negro (chocolate em barra)
  • Pipoca (diferente da conhecida em Portugal)
  • Costelinha de Porco (fumada… ou “defumada”, em português do Brasil)
  • Chica-bom (um gelado de chocolate da “Kibon” … “Olá” em Portugal, que estava a comemorar 75 anos de existência)
  • Esfiha (um salgado… tipo empada… mas diferente!)
  • Doce de Leite
  • Queijo Minas Frescal (uma espécie de queijo fresco)
  • Pastel (pastel de massa tenra… mas fritos na hora, e há inúmeras variedades de recheios… A Paula gostou do “Planeta Pastel”, onde há 50 variedades)

Além disso, almoçamos e jantamos em muitos sítios que gostamos muito. Mesmo à entrada do prédio há um restaurante de peixes, mas que tem a “noite Italiana” na 4ª feira, onde há uma infinidade de comidas tipo italiana, em forma de rodízio, onde comemos muito bem. Nos Shopping’s há muitas casas de pastéis, de comida por quilo (muito boa carne), e de sobremesas por quilo, que gostamos muito. Também almoçamos um dia uma “sequencia de marisco”, que estava muito boa.

Em termos de passeios, além de várias voltas pelos 7km de praia, andamos no teleférico que leva à praia de Laranjeiras, muito mais pacata, mas ainda muito bonita. A vista é lindíssima lá de cima.

Sábado finalmente decidimos tomar um autocarro, e rumar para Rio do Sul, e finalmente encontrar com meus pais.

Férias no Brasil 4 – Navegantes

Chegando a Navegantes, uma vez que Itajaí, a cidade mesmo ao lado, e passagem obrigatória para sair de Navegantes, estava quase que 90% submersa, sabíamos que não podíamos sair dali. Uma simpática moça de balcão duma agência de viagens no aeroporto, indica-nos uma Pousada, liga para lá a solicitar preços e disponibilidades, regateia o preço, e faz-nos a reserva… obrigado. Dividimos um táxi com outro passageiro que iria para Ilhota, uma terrinha que praticamente desapareceu do mapa, por causa dos desabamentos, e ficaria na mesma pousada.

Lá fomos para a Pousada do Sabiá, uma pousada simples, mas acolhedora, e com pessoal simpático… apesar de que o “pessoal” era basicamente a proprietária da pousada, uma vez que as empregadas não conseguiam vir trabalhar, pois tinham também ficado com as casas sob a inundação.

Não há sítio para jantar… encomendamos uma pizza de frango com catupiry… média… que provou ser gigantesca… mas deliciosa, mesmo tendo apenas o conforto de sentar na cama! Só conseguimos devorar a metade, sendo que o resto foi nosso almoço no dia seguinte… e lá dormimos um sono repousante depois de dois dias extenuantes .

No outro dia de manhã, pequeno almoço na pousada (simples mas gostoso), seguido de reconhecimento do território. A pousada é simpática, e a nossa vista bonita: mesmo em frente ao mar, e com uma piscina mesmo à nossa porta. Pena que as circunstâncias não são propriamente adequadas para o lazer e descanso.

Navegantes, é uma cidade pequena, que tem basicamente o aeroporto, e uma rua principal, com algumas lojinhas sem grande aspecto! A melhor coisa que tinha era… uma pastelaria com pãezinhos de queijo a R$ 0.25, ou seja, aproximadamente 0.08€ (foram dezenas de deliciosos pãezinhos de queijo saboreados nestas férias!).

Até às 13:30 tínhamos de decidir se ficávamos mais uma noite na pousada ou não. A procura era grande, pois os aviões chegavam a Navegantes, e as pessoas não conseguiam seguir para os destinos finais. Este também era o nosso caso, confirmamos com os táxis (com o “Gaúcho” que nos trouxe do aeroporto), e ainda não havia hipótese de seguir… mas ele garantiu que assim que houvesse, avisava-nos… será ?

Compramos um telemóvel (celular) para evitar estar sempre a pagar roaming para falar com meus pais, por menos de 20.00€, e quase insistiram para que eu pagasse em prestações… sim, aqui paga-se tudo em prestações !

À noitinha aparece o pessoalmente “Gaúcho” à minha procura na pousada, a dizer que já havia uma hipótese, dando uma volta maior, de encontrar um caminho até Balneário Camboriú. Ficou combinado para as primeiras horas da manhã seguinte. O Jantar foi pãozinho (francezinho) com queijo.

De manhã cedo, nós ainda no pequeno almoço, e já lá estava o prestável “Gaúcho” à nossa espera, e lá seguimos até Bal. Camobriú, num táxi que inspirava muito pouca confiança, pois o volante abanava como tudo, o que não impedia de irmos a grande velocidade. Vimos pela estrada ainda muita desolação, e muitas casas ainda submersas.

Férias no Brasil 3 – São Paulo

Após uns meros 45 minutos de viagem (o tempo de distribuir um lanchinho e uma bebida a correr, e recolherem logo de seguida), chegamos ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Pouco tempo antes do check-in ficamos a saber que nosso voo estava atrasado, uma vez que o aeroporto de Navegantes estava fechado. O voo da manhã havia retornado a São Paulo. Soubemos também que perdemos a oportunidade de trocar para Joinville, porque já estava muito em cima para a alteração das bagagens de porão… começa o stress… acumulado com o cansaço… tínhamos levantado em Portugal às 6h da manhã (hora do Brasil) do dia anterior… e já eram aproximadamente meio-dia, ou seja, 30 horas já se tinham passado.

A confusão era grande, e a informação que tínhamos é que… simplesmente, temos de aguardar os boletins meteorológicos, que são emitidos a cada hora, para saber se o võo sairá ou não… só aguardar… indefinidamente…

Depois de alguma discussão, lá recebemos um voucher para almoço, e lá pelas 14h fomos almoçar… Nada de novidades. Falando com meus pais, já muito preocupados, as notícias não eram nada boas… não podiam ir nos buscar no aeroporto, pois um gasoduto explodiu uma grande parte da BR-470, estrada de ligação de Rio do Sul (terra dos meus pais) para Navegantes (nosso próximo destino).

As alternativas estavam todas cortadas por inundações ou desabamentos.

Resumindo uma longa, desagradável e cansativa espera, após nos mandarem para outro portão de embarque, fomos informados que o nosso voo ia se juntar ao das 17:30, que efectivamente iria sair. Nem todos os bilhetes tinham sido substituídos, de forma que a atribuição dos assentos seria pelo método salve-se-quem-puder.

Finalmente estávamos dentro do avião (temendo porém que as nossas malas não nos seguissem, com toda aquela confusão!), e o comandante informa que iria tentar aterrar em Navegantes, mas que nada estava ainda garantido. Poderíamos divergir para outro aeroporto (falou em Porto Alegre e Curitiba), ou mesmo voltar para São Paulo. A viagem era novamente curta, cerca de 50 minutos, mas pareceu longa… já mais próximo, o comandante ainda não tinha certeza se iria aterrar, mas já sabia que, em caso contrário, voltaríamos a São Paulo.

Não se via nada pela janela… só nuvens. A turbulência era muita, e já havia uma passageira meio histérica, a chorar e gritar: “Por que é que ele está a fazer isso… Por que é que saímos… Ele é maluco…”

Já bastante próximo do solo, passamos a camada de nuvens, e a imagem era desoladora… parecia um imenso mar de cor ocre, onde era suposto haver terra… só se viam algumas copas de árvores, e alguns telhados de casas no meio da água. Confesso que impressionou-me a imagem.

Finalmente, aterramos em Navegantes, sem maiores problemas. Novamente em terra, nossa aventura continua.

Férias no Brasil 2 - Rio de Janeiro

Quanto à viagem, só tenho a assinalar que o almoço da TAP me surpreendeu pela positiva, e que o sistema de entretenimento multimédia in-flight, apesar de ser baseado em Red Hat Linux, precisou de vários restart's (onde vi todo o processo de arranque e descobri que era Linux!), para ficar operacional!

Chegando ao aeroporto Internacional António Carlos Jobim (Galeão) no Rio de Janeiro, e falando com meus pais, recebo as primeiras notícias que o clima em Santa Catarina não está nada bom, e que as enchentes poderiam nos causar problemas.

Como tinhamos de mudar de aeroporto, e esperar até o dia seguinte, colocamos a hipótese de ficar num hotel, mas como as horas de sono seriam poucas, e o stress de andar com malas de um lado para o outro também seria grande, decidimos esperar no Aeroporto. Assim, tomamos um táxi até o aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio. Não se podia ver nada, pois já era noite, a não ser o ostensivo policiamento do trajecto.

Chegando lá, tratamos de comer qualquer coisa (no meu caso um X-Egg Bacon delicioso), na única lanchonete aberta no aeroporto àquela hora (cerca de 21h!).
Encontramos umas cadeiras mais ou menos confortáveis, para nos instalarmos, e aguardarmos ansiosamente o passar das horas.
Por momentos tememos que o aeroporto fecharia por completo, e nos colocariam para fora! Aquilo ficou praticamente deserto, somente com o movimento ocasional das equipas de limpeza. Alguns cochilos pelo meio... e lá começa a amanhecer o dia, e nós já à frente do balcão da TAM para sermos dos primeiros atendidos. Sinceramente, pensei que a passagem da noite iria ser mais difícil... passou-se.

Um pãozinho de queijo para o pequeno almoço (sim, porque agora já havia mais opções de alimentação abertas), e lá embarcamos destino a nossa próxima paragem.

Férias no Brasil 1 - Lisboa

Bem, finalmente chegaram as nossas férias a sério. Após passar todo o verão respondendo a todos que só iríamos de férias no final de Novembro, finalmente a data chegou. As malas já estavam "me fase de arrumação" há mais de um mês, a tensão e ansiedade eram grandes... afinal, já se haviam passado muitos anos desde a última vez que estive no Brasil com meus pais, e para a Paula era tudo novidade, e a realização de mais um sonho: conhecer o Brasil.

Logo de manhã, nossos grandes amigos Nuno e Carlinha já estavam à nossa nossa espera na rua, pois foram nossos condutores até ao Aeroporto, e guardiões do nosso carrinho.

À chegada ao aeroporto, o primeiro pequeno contratempo... um viajante com um carrinho cheio de malas não consegue sair do tapete rolante... e "rola" por cima do carrinho, malas, etc... nós estávamos atrás, mas no meio estava um bebé num carrinho, que estava a ficar entalado entre nós e o... "artista"... uma cena digna de apanhados, não fosse o bebé que poderia se magoar.
Depois disso... lá seguimos sem maiores complicações nosso rumo para a próxima paragem.

PS.: Dividi a história de acordo com as paragens, pois serão muitas!

Férias Algarve

Entre 28/Jun e 06/Jul, estivemos em merecidas (penso eu!) férias em Quarteira. Nos primeiros dias, tivemos a água mais quente que alguma vez já tinha apanhado no Algarve. Dizem "as entendidas", que há alguns anos era assim... mas nunca tinha tido a experiência. Mais alguns grauzitos, e parecia uma praia tropical. A meio da semana, um dia meio nublado e ventoso, e tudo voltou ao algarve que eu conhecia!

Desta vez, além de "picar o ponto" em Ayamonte, demos uma de "turistas", e fomos fazer um passeio de barco, a partir de Vilamoura, até as grutas. É uma visão muito bonita da costa.

Geocaching 1

Este final de semana combinamos um almoço cá em nossa terra com meu amigo Dias, com o objectivo de irmos à procura de umas Geocaches a seguir. Somos ambos ainda "maçaricos" no Geocaching, mas, lá fomos com todo o pessoal à procura. A primeira paragem foi na Ghost Farm, em Sarilhos Pequenos. O lugar, apesar de efectivamente parecer uma quinta fantasma, é lindíssimo, e é uma pena estar neste estado. Quanto à cache, não foi muito difícil de encontrar:
A segunda aventura levou-nos ao Moinho de Maré no Montijo, onde ficamos a conhecer uma zona completamente renovada no Montijo, com um moinho de maré completamente reconstruído, com muito bom aspecto. Quanto à cache, a Paula é que foi mais esperta em olhar um pouco para cima, enquanto todos olhavam para baixo ! Encerramos o dia com uma volta pelo centro do Montijo, uma vez que já se fazia tarde, e o dia não estava muito agradável. Ficam outras caches na zona para a próxima.

Fim de semana "gastronómico"

Esta história começa no dia dos namorados, quando a "Tininha" e a Carlinha ofereceram a mim e ao Nuno um final de semana à escolha entre duas opções: Coimbra e Porto. Ao que parece, a opção Porto já estava escolhida, devido às iguarias e as lojas que estavem "em vista"!
Entretanto, lá fomos... uma passagem pela Póvoa de Varzim e Vila do Conde (para matar saudades).

Almoço (Francesinhas e Cachorros) no Cabanas, na praia da Árvore. Café no Areal, sentados ao sol à beira da praia.
De retorno ao Porto, uma paragem na Torta de Noz para comprar um delicioso Pão de Ló.
Depois de encontrarmos o Hotel (que afinal não era onde esperávemos), fizemos check-in, e um "pequeno ataque" ao Pão de Ló (apesar de que todos diziam não ter nenhuma fome!), um pequeno passeio (durante o qual o Nuno ia matando do coração uns miúdos a saltar um muro... e matando a Tininha com um ataque de riso !), num shopping, para não perdermos o hábito.
Jantar no Capa Negra II... a famosa açorda de gambas, e uma francesinha, que por acaso não estava no seu melhor.
No dimingo de manhã, encontramos com um ex-colega de trabalho do Nuno em Gaia, e, para encerrar com chave de ouro, fomos almoçar uma coisinha leve... um leitão à bairrada no Rui dos Leitões, em Fornos - Coimbra.
Foi um final de semana curto, mas muito agradável e divertido, aliás, dada a companhia, não era de se esperar outra coisa.

Carnaval em Ericeira

Não fomos "pular" o carnaval, nem fomos ver algum desfile na Ericeira, mas decidimos passar o final se demana de carnaval nesta bonita terra. A Paula esteve no Hotel Vila Galé Ericeira num evento da empresa, e ficou com vontade de lá voltar.
Viemos pela marginal, com uma paragem na Pastelaria Garret (Estoril), indicação do meu amigo Dias, e seguimos caminho pelas estradas secundárias, normalmente à beira-mar.
Realmente, o hotel, apesar de ser num edifício antigo, restaurado, tem boas condições, e especialmente tem uma esplanada enorme a fantástica, com uma vista espetacular:
Tivemos sorte com o tempo no sábado, e tivemos oportunidade de presenciar um por-do-sol muito bonito:
Ericeira parecia estar cheia de "Jet Set"... além de nós (é claro!), cruzamos com o Henrique Feist (que recentemente viamos frequentemente no programa "Família Superstar"), e no nosso hotel estava a Rute Marques, com o novo namorado (as coisas que as mulheres sabem !)
Á noite, decidimos ir a pé à procura de um lugar para jantar, e numa terra com tantas marisqueiras... fomos comer um bom bife, no Restaurante Pedra Dura, que estava delicioso! Ainda ficou por experimentar uma data deles, como por exemplo, o Tiki Tapas, como o nome diz... especializado em tapas, e que nos deixou com água na boca !
No domingo foi somente o retorno, até porque estava um dia muito chuvoso.
Portanto, temos de voltar, pois há muito ainde para ver, e provar, tendo ficado também pendente um café com a minha colega Dora, dado que estava sem o número dela... esta cabeça...

Dakar 2008

Mais uma vez tínhamos o privilégio de acolher a saída do Dakar a partir de Lisboa. Desta vez estávamos decididos a ir ver uma especial. Nossos amigos Nuno e Carlinha combinaram ir conosco, e meu amigo Dias também estava disposto a ir. Ao nosso favor o facto que iríamos ter zonas especiais muito peto de casa, com algumas restrições de acesso (para as quais levantaram-se logo vozes críticas), mas iríamos tentar, mesmo que tivéssemos de passar a noite lá !
Fomos à zona do Mosteiro dos Jerónimos na quinta-feira para recolher mais informações (que ninguém soube dar), mas vimos a saída de alguns concorrentes da zona das verificações, e sentimos um pouco daquele "clima" interessante do Dakar.

Infelizmente, na sexta-feira, a notícia caiu como um enorme balde da água fria: Pela primeira vez em 30 anaos, o Dakar seria cancelado.
"Tenho uma péssima notícia, o Dakar 2008 não arrancará", anunciou Etienne Lavigne, responsável da Amaury Sport Organisation (ASO), organizador da prova, perante um grande auditório do Centro Cultural de Belém, repleto e com as faces dos participantes a expressarem desilusão e frustração.

Lavigne explicou que, "após várias trocas de informação com o Governo francês, em particular com o ministério dos Negócios Estrangeiros, e tendo em conta as suas firmes recomendações, os organizadores decidiram cancelar o rali, que deveria realizar-se de 05 a 20 de Janeiro".

"Tendo em conta as actuais tensões políticas internacionais, o assassínio de quatro turistas, no passado dia 24 de Dezembro, atribuído a um ramo da Al-Qaeda, no Magrebe Islâmico, e, acima de tudo, às ameaças directas lançadas contra a prova por movimentos terroristas, a ASO não pode tomar outra decisão que não seja a anulação da prova", precisou Lavigne.

Terá sido culpa da falta de sorte crónica do Nuno !? Haverá novamente para o ano ? Sairá de Lisboa ? Se houver, lá estaremos.

Passagem de Ano 2008

Já que no ano passado, por volda da meia-noite já estávamos todos a dormir pelos sofás, este ano resolvemos passar a meia-noite fora de casa. na zona do Parque das Nações
Uma vez que tínhamos de trabalhar dia 2, decidimos não ir para longe.
Assim, escolhemos ficar. Para dormir, escolhemos o Hotel Tryp Oriente.
Após alguma procura, decidimos marcar jantar no Buffalo Grill.
Depois de já termos tudo marcado, ligaram-nos nossos amigos Nuno e Carlinha, e ainda arranjamos mais um lugarzinho no resstaurante, para passarmos juntos.
Depois do jantar, fomos ao quarto buscar as garrafas de champagne, e, como parecia que havia muita confusão lá por baixo, e como estávamos no 10º andar, com uma vista privilegiada para a zona dos fogos de artifício, decidimos ficar todos no quarto.

Foi uma passagem de ano simples, mas muito divertida, que terminou com uma passagem pelo "abarrotado" Casino de Lisboa, onde cada um de nós (Eu e o Nuno) perdemos 5€ !