Fim de Semana em Évora

Mais uma escapadela de final se semana. Desta vez, o local escolhido foi Évora. O final de semana esteve sempre cinzento e chuvoso. A viagem foi feita pelas estradas nacionais, mesmo em ritmo de passeio.

A primeira parada foi para conhecermos o Fluviário de Mora. É um “oceanário” de rio (!) em ponto pequeno… foi visto rapidamente, mas está interessante. Como ia munido de GPS, verifiquei que havia uma cache nas redondezas (GC1DJ86), e mesmo sem fazer o trabalho de casa foi fácil encontrá-la, escondida nos sobreiros ali à volta. Ainda na volta paramos no Jardim de Mora, para tentar encontrar outra que supostamente ali estava (GC172JJ), mas não foi possível. Encontramos o local “suspeito” e remexido nas pedras, mas estava vazio. Deve ter desaparecido, aliás, outros tiveram a mesma experiência, e no momento já está inactiva.

A estrada nacional para Évora estava cortada, portanto, tivemos de fazer um desvio, mas lá seguimos caminho para o destino final. Estacionamos no centro, e andamos à procura de um lugar convidativo para o almoço. Depois de muito andar às votas, escolhemos o Restaurante Martinho da Arcada, onde a comida foi boa. De seguida, mais umas voltinhas pela praça do Giraldo, e fomos à procura de uma cache nesta mesma praça (GC1H087). Estava eu de GPS em punho à volta de uma igreja, a espreitar por todos os buraquinhos suspeitos, quando se aproxima de mim um senhor, que estava com sua esposa e um bebé num carrinho, e diz: “Acho que andamos à procura do mesmo!”… depois reparei que também vinha de GPS em punho! Foi a primeira vez que encontramos um colega de caçadas! Assim, conhecemos o Daniel e a Angela, que tem uns olhos de lince, e deu com a cache rapidamente ! Seguimos juntos, sob chuva, até o Jardim de Diana, onde mais uma vez a Angela deu coma cache (GCYXQR) rapidamente. Eles eram mais “novatos” que nós em termos de tempo, mas com muitas caches à frente ! Com a conversa, e o entusiasmo deles, a Paula ficou um bocado contagiada e mais entusiasmada com o Geocaching (siga o link se não faz ideia o que é isto!). Terminamos o passeio com a sobremesa, umas d-e-l-i-c-i-o-s-a-s queijadas de requeijão, no Café Arcada… ficamos fãs incondicionais, e recomendamos.

Depois foi altura de ir para o renovado Évora Hotel , fazer check-in, por os fatos de banho, e ficar 2h “de molho” no jacuzzi… uma vez que não tínhamos touca para a piscina… (mais uma coisa para deixar preparada no kit instantâneo de viagem!). Foi muito agradável, tirando a altura em que estávamos 2 portuguesitos e mas 23 espanhóis dentro de um jacuzzi para 6 pessoas… estava a ver que nunca mais encontrava a minha perna naquele emaranhado !

Para o jantar, pensamos em jantar queijadas de requeijão… mas decidimos por foi algo mais refinado… McDonald’s mesmo ao pé do hotel …depois de ter andado às voltas, e procurado por ele num centro comercial (quase) fantasma da zona ! Meia hora de fila, mas depois aquele sabor indiscutível, igual em qualquer parte do mundo ou do Alentejo! Bem… mas depois disso, para manter a dieta, o que ia mesmo bem… eram umas queijadas de requeijão, não? Lá voltamos !

À noite, enquanto a Paula via a escolha do nosso ilustre representante no Festival da Canção, fui à recepção ouvir boa música(!) ao vivo, acompanhada apenas por uma boa guitarra, servida por um ilustre anónimo de Évora.

Dia seguinte, depois de um bom pequeno almoço de hotel (com ovos mexidos e bacon, e tudo o que temos direito!), vamos a mais uma cache. Com algumas dicas dos nossos novos amigos do dia anterior, e com alguma dificuldade, lá conseguimos encontrar a cache na Capela dos Ossos (GC16Q0V). A tentativa no Parque Dr. Almeida Margiochi (GCN6YP) não foi tão bem sucedida, devido a um “trabalho de casa” mal feito, de qualquer forma, não estava dia para escaladas (já disse que choveu todo o final de semana ?!). Na despedida, ainda fomos encontrar uma cachezita tipo drive-in (GC1JEBV) no Moinho do Cu Torto (desculpem a palavra “torto”).

Lá seguimos viagem, desta vez sem GPS, pois estávamos a nos guiar pelo cheirinho das bifanas de Vendas Novas… que foram nosso almoço… um prato cheio delas! Ainda houve outra paragem para mais uma tentativa de cache no Palácio Real (GC161R7), mas, sem trabalho de casa, com chuva, e com duas peças de artilharia e 349827312 buraquinhos para esconder a cache, desistimos rapidamente. Servirá como desculpa para outras bifanas"!

E assim passou-se mais um fim de semana de “vá para fora cá dentro”, com mais umas caches para logar.

Férias no Brasil 8 – O Retorno

Voltamos antecipadamente até Balneário Camboriú, onde estava nossa mala, e onde ainda queríamos fazer algumas compras. Meus pais muito amavelmente providenciaram grandes quantidades de Paçoquinha, Sonho de Valsa, Pipocas, e muitos outros presentes, que faríamos de tudo para conseguir por nas malas!

Em Bal. Camboriú, mais algumas fotos para recordar, e um mergulho no mar, agora já com água mais límpida, mas com o clima sem ser muito cooperante.

Na manhã da viagem, arranjei um táxi até Navegantes, almoçamos qualquer coisa lá pelo aeroporto. É um aeroporto minúsculo, mas até tem um relógio com o meu nome… é chato ter um nome tão comum! São Paulo… lá vamos nós.

Em São Paulo, desta vez foi simples e rápido. Deu para passear pelo aeroporto, e comprar alguns livros, mais uma vez a preços muito convidativos. Siga para o Rio de Janeiro!

No Rio de Janeiro, troca de aeroporto (Santos Dumont –> Galeão), desta vez de dia, dava para ver a paisagem (nomeadamente favelas !). Já no Rio, mais uma confusão e stress para chatear… podemos levar duas malas com 23kg cada um, ou seja, 92kg, mas, uma mala com 32kg não… tivemos de pagar excesso de bagagem. O mais hilariante é quando pedimos para registar uma reclamação por escrito na TAP, e o que me dão é uma folha em branco e um envelope! Enfim… passou… com a confusão não deu foi tempo para almoçar.

O avião tinha muitos lugares vagos, mas as poltronas centrais foram logo ocupadas por pessoas a dormir sobre as 3 poltronas. Depois de jantar ainda procurei outro lugar onde pude me esticar melhor, e consegui dormir um pouco…

Lisboa… cá estamos nós novamente. Os grandes Nuno e Carlinha à nossa espera, com tratamento acima de VIP. Ir para casa, algumas comprinhas relacionadas com alimentação, tentar descansar, porque amanhã é segunda-feira… início de uma loooonga semana de trabalho.

Em resumo… foi excelente ! Até… a próxima… para o ano (?)

Férias no Brasil 7 – Curitiba

Para tratar de documentação no Consulado de Portugal no Brasil, tivemos de nos deslocar a Curitiba. A viagem foi tranquila, a menos por um desvio por estradas de terra desconhecida que fizemos devido a um acidente que estava a criar uma fila enorme… mas foi mais uma aventura interessante. Nas estradas, mesmo já tendo passado mais de 15 dias das chuvas torrenciais, ainda se viam muitos dos seus efeitos.

Curitiba, a capital do estado do Paraná, é uma cidade já com quase 2 milhões de habitantes, entretanto bastante moderna, organizada e ecológica, com muitos pontos de interesse turístico. Não tive grandes dificuldades para me orientar lá no centro… parecia que conhecia aquilo melhor do que a “gaja” do GPS, mas isto porque parece que o centro não se alterou muito depois de lá ter morado.

Tivemos de passar lá a noite, dado que o para ser atendido no consulado, temos de estar à porta às 6h da manhã, para pegar uma senha, e depois ser atendido a partir das 9, onde nos é dada outra senha, por ordem da primeira, e ficamos novamente à espera para ser atendidos… bem… funcionalismo público no seu melhor… parece ser igual em todos os países… pelo menos os latinos. Ficamos no Hotel Centro Europeu Tourist, na praça Osório, que nos pareceu bastante bom, e o que nos agradou especialmente é que foi o primeiro hotel onde ficamos onde o preço incluía além do Café da Manhã (Pequeno Almoço), o Café da Noite, com buffet de lanches quentes e frios… fantástico… economizamos um jantar !

Depois de tudo tratado e nada resolvido (!), tivemos algum tempinho para umas pequenas compras, especialmente calçados, a preços muito interessantes (comparados com Portugal), e um pequeno passeio pelo Jardim Botânico. Ficou o “compromisso” de lá voltar, com mais tempo, para a Paula conhecer melhor.

Férias no Brasil 6 – Rio do Sul

Finalmente, depois de anos demais, e mais algumas horas de viagem, por estradas onde se viam ainda bem demais os efeitos das enchentes, consegui finalmente abraçar meus pais.

Rio do Sul é uma cidade pequena e pacata, apesar de também já ter crescido e mudado muito do que eu conhecia. Entretanto, o tempo foi mais passado em casa dos meus pais, a usufruir da companhia deles, e a ver as muitas flores que minha mãe tem no jardim:

… e a brincar com seus muitos cães (não estão todos na imagem!):

Mais uma vez, comemos muito bem, além da comidinha da mamã, muito boa carne em boas “churrascarias” da zona. Mais algumas comidas a matar saudades:

  • Matambre (carne)
  • Coxão Mole (carne muito macia, também conhecida acidentalmente por “cama mole” :-) )
  • Cana de açúcar
  • Chimarrão (bebida tipo chá)
  • Rosquinhas de polvilho
  • Linguiças (sequinhas e com poucos temperos e gorduras… muito melhores do que as que temos cá)
  • Morcilha (uma espécie de “morcela”)
  • Pamonha (milho verde [maçaroca] moído, e cozido na própria casca… pode ser doce ou salgada)
  • Casquinha de siri (casca de sapateira com recheio, e frita)
  • Chuchu (verdura)
  • Sagu de vinho com molho de baunilha (sobremesa)
  • Caldo de Cana

Já se pode ver que voltaremos mais gordos !

Férias no Brasil 5 – Balneário Camboriú

Balneário Camboriú seria apenas mais uma etapa da nossa viagem, uns meros 10km em linha recta, mas, como meus pais têm ali uma casa de praia, pelo menos não estaríamos a pagar hotel até conseguirmos ir ter com eles, o que ainda era impossível, e não havia previsões.

Devido a alguns acontecimentos desagradáveis do passado, que não vale a pena comentar, tivemos que chamar um chaveiro para abrir a porta, e trocar a fechadura. Depois, saímos às compras, pois precisávamos lençóis e alguns utensílios essenciais. Os dias seguintes foram assim, grandes caminhadas, de reconhecimento, e compra. O clima variava entre sol e chuva, várias vezes no mesmo dia, por isso, só houve uma manhã que estivemos umas horinhas na praia. A água estava muito suja devido às cheias, e trazia muito lixo para a areia, que era recolhido diariamente.

Esta é uma cidade grande, muito bonita, e que tem evoluído muito, portanto, notei muitas diferenças desde a minha última visita.

A Paula gostou muito, muitas lojinhas, de tudo, e com muito bons preços. Nos grandes supermercados que lá visitamos, comprei muitas coisas de que já tinha saudades de comer, e a maioria que a Paula nunca tinha comido, e, regra geral, gostou. Por exemplo:

  • Sonho de Valsa (bombom de chocolate)
  • Diamante Negro (chocolate em barra)
  • Pipoca (diferente da conhecida em Portugal)
  • Costelinha de Porco (fumada… ou “defumada”, em português do Brasil)
  • Chica-bom (um gelado de chocolate da “Kibon” … “Olá” em Portugal, que estava a comemorar 75 anos de existência)
  • Esfiha (um salgado… tipo empada… mas diferente!)
  • Doce de Leite
  • Queijo Minas Frescal (uma espécie de queijo fresco)
  • Pastel (pastel de massa tenra… mas fritos na hora, e há inúmeras variedades de recheios… A Paula gostou do “Planeta Pastel”, onde há 50 variedades)

Além disso, almoçamos e jantamos em muitos sítios que gostamos muito. Mesmo à entrada do prédio há um restaurante de peixes, mas que tem a “noite Italiana” na 4ª feira, onde há uma infinidade de comidas tipo italiana, em forma de rodízio, onde comemos muito bem. Nos Shopping’s há muitas casas de pastéis, de comida por quilo (muito boa carne), e de sobremesas por quilo, que gostamos muito. Também almoçamos um dia uma “sequencia de marisco”, que estava muito boa.

Em termos de passeios, além de várias voltas pelos 7km de praia, andamos no teleférico que leva à praia de Laranjeiras, muito mais pacata, mas ainda muito bonita. A vista é lindíssima lá de cima.

Sábado finalmente decidimos tomar um autocarro, e rumar para Rio do Sul, e finalmente encontrar com meus pais.

Férias no Brasil 4 – Navegantes

Chegando a Navegantes, uma vez que Itajaí, a cidade mesmo ao lado, e passagem obrigatória para sair de Navegantes, estava quase que 90% submersa, sabíamos que não podíamos sair dali. Uma simpática moça de balcão duma agência de viagens no aeroporto, indica-nos uma Pousada, liga para lá a solicitar preços e disponibilidades, regateia o preço, e faz-nos a reserva… obrigado. Dividimos um táxi com outro passageiro que iria para Ilhota, uma terrinha que praticamente desapareceu do mapa, por causa dos desabamentos, e ficaria na mesma pousada.

Lá fomos para a Pousada do Sabiá, uma pousada simples, mas acolhedora, e com pessoal simpático… apesar de que o “pessoal” era basicamente a proprietária da pousada, uma vez que as empregadas não conseguiam vir trabalhar, pois tinham também ficado com as casas sob a inundação.

Não há sítio para jantar… encomendamos uma pizza de frango com catupiry… média… que provou ser gigantesca… mas deliciosa, mesmo tendo apenas o conforto de sentar na cama! Só conseguimos devorar a metade, sendo que o resto foi nosso almoço no dia seguinte… e lá dormimos um sono repousante depois de dois dias extenuantes .

No outro dia de manhã, pequeno almoço na pousada (simples mas gostoso), seguido de reconhecimento do território. A pousada é simpática, e a nossa vista bonita: mesmo em frente ao mar, e com uma piscina mesmo à nossa porta. Pena que as circunstâncias não são propriamente adequadas para o lazer e descanso.

Navegantes, é uma cidade pequena, que tem basicamente o aeroporto, e uma rua principal, com algumas lojinhas sem grande aspecto! A melhor coisa que tinha era… uma pastelaria com pãezinhos de queijo a R$ 0.25, ou seja, aproximadamente 0.08€ (foram dezenas de deliciosos pãezinhos de queijo saboreados nestas férias!).

Até às 13:30 tínhamos de decidir se ficávamos mais uma noite na pousada ou não. A procura era grande, pois os aviões chegavam a Navegantes, e as pessoas não conseguiam seguir para os destinos finais. Este também era o nosso caso, confirmamos com os táxis (com o “Gaúcho” que nos trouxe do aeroporto), e ainda não havia hipótese de seguir… mas ele garantiu que assim que houvesse, avisava-nos… será ?

Compramos um telemóvel (celular) para evitar estar sempre a pagar roaming para falar com meus pais, por menos de 20.00€, e quase insistiram para que eu pagasse em prestações… sim, aqui paga-se tudo em prestações !

À noitinha aparece o pessoalmente “Gaúcho” à minha procura na pousada, a dizer que já havia uma hipótese, dando uma volta maior, de encontrar um caminho até Balneário Camboriú. Ficou combinado para as primeiras horas da manhã seguinte. O Jantar foi pãozinho (francezinho) com queijo.

De manhã cedo, nós ainda no pequeno almoço, e já lá estava o prestável “Gaúcho” à nossa espera, e lá seguimos até Bal. Camobriú, num táxi que inspirava muito pouca confiança, pois o volante abanava como tudo, o que não impedia de irmos a grande velocidade. Vimos pela estrada ainda muita desolação, e muitas casas ainda submersas.

Férias no Brasil 3 – São Paulo

Após uns meros 45 minutos de viagem (o tempo de distribuir um lanchinho e uma bebida a correr, e recolherem logo de seguida), chegamos ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Pouco tempo antes do check-in ficamos a saber que nosso voo estava atrasado, uma vez que o aeroporto de Navegantes estava fechado. O voo da manhã havia retornado a São Paulo. Soubemos também que perdemos a oportunidade de trocar para Joinville, porque já estava muito em cima para a alteração das bagagens de porão… começa o stress… acumulado com o cansaço… tínhamos levantado em Portugal às 6h da manhã (hora do Brasil) do dia anterior… e já eram aproximadamente meio-dia, ou seja, 30 horas já se tinham passado.

A confusão era grande, e a informação que tínhamos é que… simplesmente, temos de aguardar os boletins meteorológicos, que são emitidos a cada hora, para saber se o võo sairá ou não… só aguardar… indefinidamente…

Depois de alguma discussão, lá recebemos um voucher para almoço, e lá pelas 14h fomos almoçar… Nada de novidades. Falando com meus pais, já muito preocupados, as notícias não eram nada boas… não podiam ir nos buscar no aeroporto, pois um gasoduto explodiu uma grande parte da BR-470, estrada de ligação de Rio do Sul (terra dos meus pais) para Navegantes (nosso próximo destino).

As alternativas estavam todas cortadas por inundações ou desabamentos.

Resumindo uma longa, desagradável e cansativa espera, após nos mandarem para outro portão de embarque, fomos informados que o nosso voo ia se juntar ao das 17:30, que efectivamente iria sair. Nem todos os bilhetes tinham sido substituídos, de forma que a atribuição dos assentos seria pelo método salve-se-quem-puder.

Finalmente estávamos dentro do avião (temendo porém que as nossas malas não nos seguissem, com toda aquela confusão!), e o comandante informa que iria tentar aterrar em Navegantes, mas que nada estava ainda garantido. Poderíamos divergir para outro aeroporto (falou em Porto Alegre e Curitiba), ou mesmo voltar para São Paulo. A viagem era novamente curta, cerca de 50 minutos, mas pareceu longa… já mais próximo, o comandante ainda não tinha certeza se iria aterrar, mas já sabia que, em caso contrário, voltaríamos a São Paulo.

Não se via nada pela janela… só nuvens. A turbulência era muita, e já havia uma passageira meio histérica, a chorar e gritar: “Por que é que ele está a fazer isso… Por que é que saímos… Ele é maluco…”

Já bastante próximo do solo, passamos a camada de nuvens, e a imagem era desoladora… parecia um imenso mar de cor ocre, onde era suposto haver terra… só se viam algumas copas de árvores, e alguns telhados de casas no meio da água. Confesso que impressionou-me a imagem.

Finalmente, aterramos em Navegantes, sem maiores problemas. Novamente em terra, nossa aventura continua.