Quanto à viagem, só tenho a assinalar que o almoço da TAP me surpreendeu pela positiva, e que o sistema de entretenimento multimédia in-flight, apesar de ser baseado em Red Hat Linux, precisou de vários restart's (onde vi todo o processo de arranque e descobri que era Linux!), para ficar operacional!
Chegando ao aeroporto Internacional António Carlos Jobim (Galeão) no Rio de Janeiro, e falando com meus pais, recebo as primeiras notícias que o clima em Santa Catarina não está nada bom, e que as enchentes poderiam nos causar problemas.
Como tinhamos de mudar de aeroporto, e esperar até o dia seguinte, colocamos a hipótese de ficar num hotel, mas como as horas de sono seriam poucas, e o stress de andar com malas de um lado para o outro também seria grande, decidimos esperar no Aeroporto. Assim, tomamos um táxi até o aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio. Não se podia ver nada, pois já era noite, a não ser o ostensivo policiamento do trajecto.
Chegando lá, tratamos de comer qualquer coisa (no meu caso um X-Egg Bacon delicioso), na única lanchonete aberta no aeroporto àquela hora (cerca de 21h!).
Encontramos umas cadeiras mais ou menos confortáveis, para nos instalarmos, e aguardarmos ansiosamente o passar das horas.
Por momentos tememos que o aeroporto fecharia por completo, e nos colocariam para fora! Aquilo ficou praticamente deserto, somente com o movimento ocasional das equipas de limpeza. Alguns cochilos pelo meio... e lá começa a amanhecer o dia, e nós já à frente do balcão da TAM para sermos dos primeiros atendidos. Sinceramente, pensei que a passagem da noite iria ser mais difícil... passou-se.
Um pãozinho de queijo para o pequeno almoço (sim, porque agora já havia mais opções de alimentação abertas), e lá embarcamos destino a nossa próxima paragem.
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